Principal
  
Esportes
  
Estadual
  
Código de Postura
  
Nacional
  
Internacional
  
Eventos
  
Humor
  
Artigos
  
Vídeos
  
Salão Merci
  
KIG
  


   Apresentação

   Pontos Turísticos

   Prefeitura



   Fale Conosco

 HOME > PONTOS TURÍSTICOS
Petrópolis News - Pontos Turísticos  

Casa do Barão de Mauá

No princípio da Av. Barão do Rio Branco, esquina da Rua Piabanha, bem em frente à Praça da Confluência está situado o palacete que pertenceu ao Barão de Mauá. O terreno pertencia ao colono Felipe Erbis I, natural da Alemanha.

Em 1848, parte da propriedade é adquirida por Irineu Evangelista de Souza, o futuro Barão de Mauá. A construção da casa em estilo neoclássico se deu de 1852 a 1854, e  era usada por ele como residência de verão.

Irineu Evagelista de Souza foi o maior empresário brasileiro do século XIX, criador do Banco do Brasil, atuando ainda como político e diplomata. Passa à  história brasileira também como o homem que construiu a primeira estrada de ferro da  América Latina, que ligava o Porto de Mauá, no fundo da Baía de Guanabara, a Fragoso (Magé), em 1852. Quatro anos mais tarde, esta  ferrovia também passou a ligar-se à Raiz da Serra.

Por este feito, recebeu o título nobiliárquico  de Barão de Mauá. Em 1872 explorou o serviço de telégrafo entre Brasil e Portugal, recebendo o título de Visconde de Mauá.

Estas conquistas de Mauá possibilitaram que em 1883 fosse inaugurada a Estrada de Ferro Príncipe Grão Pará, a primeira ferrovia serrana do Brasil, chegando até Petrópolis.

Começa a enfrentar  dificuldades financeiras, e em 1878 decreta falência. Em 1884 consegue a sua reabilitação comercial, após pagar as dívidas.
Em 1889, o Visconde de Mauá faleceu em Petrópolis, vitima de diabetes. Deixou para os brasileiros um forte exemplo de determinação, de espírito empreendedor e de confiança no nosso país.

Atualmente, a casa é sede da Fundação de Cultura e Turismo Petrópolis, onde funciona o Espaço Cultural  Vinicius de Moraes e um Centro de Informação Turística.

Endereço

Praça da Confluência, 3 – Centro

Telefone

(24)2246-9300

Visitação

segunda a sábado de 9h às 18h30
domingos e feriados de 9h às 17h

Ingresso

Entrada franca

  


Catedral São Pedro de Alcântara

Na planta do loteamento das terras das antigas fazendas do Córrego Seco e Quitandinha que vieram constituir a cidade de Petrópolis, levantada pelo Major Júlio Frederico Koeler, ficou reservado também, conforme o Decreto Imperial de 16 de março de 1843, um terreno para ser edificada uma igreja, com a evocação de São Pedro de Alcântara.

É provável que D. Pedro II cogitasse logo da construção da Catedral, já que existe na Biblioteca Nacional uma gravura do projeto em estilo romano. Entretanto, este projeto foi posto de lado e só em 1882 o Presidente da Província, Bernardo Gavião Peixoto, viria cuidar da construção da Catedral. Fazendo revigorar o decreto 1578, encarregou o engenheiro e arquiteto Francisco Caminhoá da confecção de um projeto para o templo em estilo neogótico. Em 1884 começa a construção da igreja, que após algumas interrupções, é inaugurada em 1925, porém só é concluída em 1939. Ao centro da entrada da Catedral, sob a torre de 70m se desenha a rosácea gótica e se recorta o tímpano em coroamento da imensa porta. Ali e acima as únicas estátuas figurando os quatro evangelistas (São João, São Lucas, São Marcos e São Matheus) de A. Bordignon.  Abaixo, entre os feixes de colunas que se encontram em ogivas, abre-se o vão de ingresso ao templo. A torre também abriga uma cela campanária com 5 sinos de bronze (9 toneladas) fundidos em Passau, na Alemanha. Na luneta a cena do calvário, escultura policroma, fundida no cimento. As duas folhas da porta (8,20m) metalizadas foram talhadas em jaberana, madeira de procedência russa e de grande durabilidade, na escola de aprendizes em São Paulo, desenho de Glass Veiga. Entrando no templo à direita está a Capela Imperial com o mausoléu contendo os restos mortais de D. Pedro II e Dona Teresa Cristina, que chegaram ao Brasil em 08/01/1921, ficando depositados na Catedral Metropolitana do Rio de Janeiro. Quatro anos após, os corpos foram removidos para Petrópolis, ficando na sacristia da Catedral. Em 05/12/1939 foram transferidos para o mausoléu. No dia 13 de maio de 1971, chegam os restos mortais da Princesa Isabel e do Conde D'Eu. As imagens dos imperadores jacentes são esculpidas em mármore de Carrara por Jean Magrou, escultor francês, pesando 3 toneladas. Os painés laterais foram decorados pelo escultor Leão Veloso. Os jazigos laterais, colocados em 1971 com as estátuas da Princesa Isabel e do Conde D 'Eu foram também esculpidos em mármore de Carrara por Humberto Cozzo. O altar neogótico, que contém as relíquias de São Magno, Santa Aurélia e Santa Thecla trazidas de Roma pelo Cardeal D. Sebastião Leme, em mármore Champo-Pérola com aplicações em ônix de São Luiz. A cruz é de granito preto da Tijuca. Os vitrais do fundo são do artista Carlos Osvald, feitos na casa Alberto do Rio e doados pela Baronesa de Muritiba (amiga e conselheira da Princesa Isabel). Contêm poemas escritos por D. Pedro II no seu exílio, tais como: Aspiração, Terra do Brasil e Imperatriz. O poema principal está no "vitraux" central e revela toda dor, angústia e tristeza que sentia por ter sido expulso do País onde nasceu e que tanto amou. Eis o poema:

TERRA DO BRASIL

Perdidas para mim

todas as esperanças

de volver ao Brasil,

de lá me veio

um pugilo de terra

no qual, brando,

tenho certeza

será meu sono.

E sem tardância

entre visões de paz,

luz e de glórias,

sereno aguardarei

em meu jazigo

a justiça de Deus

na voz da história.

 

D.Pedro II - O último Imperador do Brasil.

Ajustado aos pilares de elevação da torre acha-se o órgão projetado e contruído no Rio de Janeiro pelo artista Guilherme Berner (introdutor da indústria do órgão no Brasil). Foi doação feita pela Sra. Olga Rheingantz de Porciúncula. funciona por sistema eletropneumático e é acionado por um grupo motor-ventilador-dínamo de 2HP. Todo mobiliário do templo é de época, trabalhado a mão em jacarandá. Em frente a Capela Imperial encontra-se o batistério. A simples pia batismal é proveniente da antiga Igreja Matriz (1848). O tampo de bronze é moderno (1934), já que o original no transporte para a nova igreja caiu e quebrou. Ao lado do batistério há uma imagem de Santo Antônio dos Pobres, esculpida por Denis Cross.

O padroeiro escolhido para a Catedral foi São Pedro de Alcântara, venerado como protetor da monarquia e que fora instituído  como patrono oficial do Império Brasileiro por D. Pedro I.  Sua festa é celebrada no dia 19 de outubro e ele não deve ser confundido com São Pedro Apóstolo, festejado no dia 29 de junho.

Endereço

Rua São Pedro de Alcântara, 60 – Centro

Telefone

(24) 2242-4300

Visitação

terça a domingo de 8h às 12h e de 14h às 18h

 


Centro de Cultura Raul de Leoni

Inaugurado em 31 de janeiro de 1977, pelo então prefeito, Sr. Paulo José Alves Rattes. Foi projetado pelos arquiteto, Edmundo Lustosa e César Miggliacci. Foi inicialmente denominado Centro Cultural Alceu de Amoroso Lima, abrigaria a Biblioteca Municipal de Petrópolis e suas atividades correlatas. Com a criação da Secretaria Municipal de Cultura em 1983, a biblioteca passou a fazer parte da estrutura da Secretaria que se instalou, então no prédio.

O Centro incorporou a partir desta data, diferentes atividades culturais, tais como: cinema, teatro, música, artes plásticas e populares, além da biblioteca, que através do decreto de nº 52 de 09 de setembro de 1983 passou a chamar-se Tristão de Athaíde.

Os espaços para se exercer as atividades culturais foram sendo  adaptados para atender a demanda que aos poucos surgia no município . Hoje o Centro de Cultura conta com a biblioteca, cujo acervo chega a 120. 000 volumes: a galeria Aloísio Magalhães e Van Dijk que tem apresentado exposições de pintura, escultura, fotografia, principalmente de artistas nacionais: a sala Guiomar Novaes tem sido palco de eventos promovidos pela Fundação de cultura e turismo e por outras entidades culturais petropolitanas, bem como espetáculos teatrais dirigidos a todo tipo de público, com capacidade para abrigar cerca de 200 pessoas – este é sem dúvida o espaço mais solicitado do Centro. Tem ainda  sala de projeção Humberto Mauro, cuja capacidade é de 90 pessoas.

O Centro de Cultura hoje denominado Raul de Leoni, dedicado ao poeta que foi presidente da Academia de  Petropolitana de Letras, abriga ainda atividades didáticas como cursos de pintura, música e outros. O fluxo diário de pessoas é de cerca 300 usuários,

Endereço

Praça Visconde de Mauá, 305 – Centro

Telefax

(24) 2247-3747

Visitação

Espaços culturais -  Segunda a Sábado das 13h às 19h.

Biblioteca - segunda a sexta-feira de 8h às 18h30min
sábado de 8h às 12h

Ingresso

Entrada Franca

 


Fórum

O prédio onde se encontra  a sede do Fórum  foi inaugurado em 1894. No local onde o prédio está situado havia apenas um grupo de alojamentos,  nos quais funcionava  a repartição de obras públicas, a cadeia, o quartel  de polícia e uma escola. Os primeiros colonos alemães foram ali recebidos, em 1845.

O prédio foi mandado construir pelo então presidente do Estado (cargo equivalente ao de governador nos dias de hoje) José Thomaz Porciúncula, durante seu mandato. Esta obra marcou muito sua administração, pois foram mais de quarenta anos de espera para que a comarca  tivesse  instalações  próprias.

Passou por três reformas, sempre visando não apenas melhorar o atendimento ao público, mas também preservar as características da época da construção. 

Endereço

Rua do Imperador, 971 – Centro

Telefone

(24) 2231-2820

Visitação

segunda a sexta-feira das 11h às 17h
restrita ao espaço aberto ao público

Ingresso

Entrada Franca

 


Igreja Evangélica de Confissão Luterana Brasileira

Em um país onde a religião oficial é o catolicismo, a religião protestante de grande parte dos colonos alemães trouxe mais uma singularidade a Petrópolis. O culto da Igreja Evangélica de Confissão Luterana, que contava com o apoio do próprio Imperador, era realizado até 1863 na Praça da Confluência – mesmo local do culto católico.

A partir de recursos da colônia dos imigrantes alemães, de fiéis da Alemanha e de D. Pedro II, inaugurou-se o templo, na Av. Ipiranga. É o mais antigo da cidade, tendo a sua pedra fundamental lançada em 1862, e idealizada pelo pastor Georg Gottlieb Stroeller. O prédio atual da igreja, com traços ecléticos de influência neogótica, só foi concluído em 1903.

Endereço

Av. Ipiranga, 346 - Centro

Visitação

No horário de culto. Domingo às 9h

Telefone

(24)2242-1703

Ingresso

Entrada franca

 


Monumento a Koeler

Dedicado ao Major Júlio Frederico Koeler, arrendatário da Fazenda do Córrego Seco de propriedade de dom Pedro II, idealizador do Plano Urbanístico da cidade e grande incentivador da vinda de imigrantes alemães para Petrópolis

O monumento compreende uma base executada em lajotas de granito, representando a Fazenda do Córrego Seco em seu primitivismo, a terra bruta desbravada para a fundação da cidade. A coluna principal, executada em granito fino, tem a forma triângular representando o trabalho do major Koeler no que concerne a triangulação para o traçado de Petrópolis. Na face direita da coluna em baixo relevo representando a fundação de Petrópolis, figuram dom Pedro II  entregando ao Major Koeler a autorização para que a Fazenda fosse transformada em cidade. Na face esquerda da coluna em baixo relevo também em bronze, representando a colonização de Petrópolis, uma família de colonos, semeando a terra. Na parte frontal da coluna em base de granito de 80 x 80cm está gravado a própria planta da cidade. Sobre a coluna está o escudo da cidade em bronze. No alto da coluna, a estátua de Júlio Frederico Koeler, também em bronze medindo 2m de altura.  

Endereço

Praça Princesa Isabel – Centro  Histórico (em frente a Catedral São Pedro de Alcântara)

 


Mosteiro da Virgem

Abriga uma comunidade contemplativa de Beneditinas, fundada em 1925, em Roma. Segue a regra de São Bento, pai dos Monges do Ocidente.

Após a morte de sua fundadora, a comunidade decide vir para o Brasil, em 1932. Foi transferida do Rio de Janeiro para Petrópolis em 1937, e em 1939 instalou-se na Av. Ipiranga. Em 1986, o Mosteiro recebe como doação,  casa e terreno vizinho. Assim,  a partir de 1987, começa a construção de uma nova igreja e a ampliação do Mosteiro. A bonita igreja construída em estilo moderno, projetado pelo arquiteto e artista sacro Cláudio Pastro, teve  a sua construção finalizada em 1989.

A seguir, em 1992, o restante da nova ala também é ampliado. Copa, cozinha, refeitório, enfermaria, e algumas “celas” (nome dado aos quartos nos mosteiros) foram construídas através de doações de entidades européias e também de donativos de pessoas amigas.

As irmãs cumprem  os ofícios – os salmos cantados – diariamente. Aos domingos e ao longo da semana, durante a missa, é possível ouví-las entoar o canto gregoriano. 

Endereço

Av. Ipiranga, 555- Centro

Visitação

No horário de missa. Domingo às 10h30min. Segunda a sábado às 7h

Telefone

(24)2242-2394

 


Museu Casa de Santos Dumont

Sempre que vinha ao Brasil, Alberto Santos Dumont gostava de passar alguns dias na Cidade Imperial. Hospedava-se no Palace Hotel (hoje prédio da Universidade Católica de Petrópolis, campus Barão do Amazonas). Em frente havia um terreno íngreme e acidentado,  localizado na Rua do Encanto, que ele resolveu adquirir, onde construiu o chalé em estilo alpino  francês, que denominou “A Encantada”.

A casa, construída em 1918, tornou-se o seu refúgio. Cercado por  bambus e flores, refletia a genialidade de seu idealizador. É composta por uma única peça - nela não há paredes internas e as divisões são feitas por meio de um girau. O  primeiro andar era destinado à câmara  escura e pequena oficina. O segundo andar ficou sendo a sala de estar, de jantar e biblioteca e no terceiro andar, no girau, um  banheiro e  dormitório.

Santos Dumont encomendava as suas refeições no Palace Hotel, pois a casa não possuía cozinha.

Do lado de fora da casa foi construído um observatório astronômico, instalado sobre a cobertura de folhas de flandres. Apesar do pequeno espaço, a casa tornou-se ampla e confortável, o que  chama a atenção do visitante. Possui acervo que reúne livros, cartas e objetos de uso pessoal de Santos Dumont.

Em 1936, quatro anos após a sua morte, a família doou a casa ao município, com o objetivo de que ela perpetuasse a memória do ilustre brasileiro.

O Museu é administrado pela Fundação de Cultura e Turismo Petrópolis.

Endereço

Rua do Encanto, 22 – Centro

Telefone

(24) 2247-3158

Telefax

(24) 2246-9380

Visitação

terça a domingo de 9h30min às 17 h. Visita guiada.

Ingresso           

R$2,00. Crianças até 6 anos, acesso livre. De 7 a 10 anos e estudantes, R$1,00.

 


Museu da FEB – Força Expedicionária Brasileira

Criado, organizado e mantido pelos veteranos da FEB, membros da Seção Regional de Petrópolis, com apoio da Fundação de Cultura e Turismo Petrópolis.

Exposição de fotos, uniformes  e objetos  que pertenceram aos “pracinhas”  petropolitanos que lutaram na Itália, durante a 2ª Guerra Mundial. 

Endereço

Av. Koeler 255- Centro (próximo ao Palácio Rio Negro)

Visitação

Quarta a domingo das 13h15 às 17h. Segunda das 12h às 17h

Telefone

(24)2243-6259

 


Museu Imperial

Instalado no antigo Palácio Imperial, mandado construir por D. Pedro II para residência de verão em sua fazenda particular do Córrego Seco. Ali passava suas férias, geralmente de novembro a abril, em companhia de D. Teresa Cristina e família. Com isso, toda a corte, nobres, intelectuais, diplomatas e empresários passaram a vir para Petrópolis e aí construíram suas residências.
O prédio, em estilo neoclássico, foi solidamente construído no período de 1845 a 1854, com largas paredes de pedra e madeiras preciosas de várias regiões do País, procedentes das províncias.

O seu parque foi planejado pelo botânico Jean Baptiste Binot, e mereceu a orientação pessoal de D. Pedro II.  At

hoje conserva  suas linhas paisagísticas primitivas, os canteiros e a disposição das espécies vegetais, com estátuas gregas, repuxos e fontes enfeitando-o.
As atrações principais são a coroa de D. Pedro II e o manto imperial. Destacam-se também a sala de visitas da Imperatriz, sala de jantar, de música, o quarto de D. Pedro II e a sala das jóias.

O anexo do Palácio apresenta exemplos dos meios de transporte mais comuns nos séculos XVIII e XIX e a locomotiva nº 11, última máquina a circular na Leopoldina Railway Company, fabricada nas oficinas do Alto da Serra em Petrópolis.

té a construção de Brasília, foi o único prédio construído para residência de um chefe de Estado. É o museu mais visitado do Brasil, sendo inestimável o seu acervo de obras raras, peças, documentação gráfica e iconografia.

  Coroa Imperial
Coroa Imperial

A Coroa Imperial pertenceu ao Imperador D. Pedro II. Esta peça, única nas Américas, é feita em ouro cinzelado, ornada com 640 brilhantes de Minas Gerais e 100 pérolas, feita em 1841.

Promove semanalmente o Sarau Imperial e o espetáculo Som e Luz, além de outros eventos culturais. Consulte a agenda de eventos.
Possui casa de chá e restaurante.
 

Endereço

Rua da Imperatriz, 220 – Centro

Telefone

(24) 2237-8000

Fax

(24) 2237-8540

Visitação

terça-feira a domingo, e nos feriados, de 11h às 17h30min

Preço

O ingresso para o museu custa R$ 5,00. Estudante R$4,00. Crianças até 7 anos têm acesso livre. À parte, aluguel de audioguide (Português e Inglês).

Site

www.museuimperial.gov.br

 


Obelisco

Monumento em forma de obelisco, medindo 20m de altura. Em cada face foram colocadas placas de bronze, em forma retangular, medindo 1,30m de largura por 85cm de altura. Na face frontal está escrito "Este monumento, marco comemorativo do 1º Centenário da Elevação de Petrópolis à categoria de cidade, foi mandado construir pelo Prefeito Dr. Flávio Castrioto de Figueiredo e Mello, para perpetuar o nome dos que ajudaram Koeler a construir esta cidade, indicar as gerações futuras, desse passado, o caminho do trabalho, da comunidade e do progresso".  O Obelisco é uma homenagem da Prefeitura Municipal de Petrópolis aos fundadores, isto é, a D.Pedro II, Conselheiro Paulo Barbosa da Silva, Caldas Vianna, Aureliano Coutinho, Júlio Frederico Koeler e a todos os colonos alemães que chegaram em Petrópolis a partir de 29 de junho de 1845.

Endereço

Rua do Imperador, s/nº - Centro

 


Palácio Amarelo

Prédio construído em 1850, por José  Carlos Mayrink da Silva Ferrão, servidor da Casa Imperial e veranista, , com a finalidade de ser sua casa de veraneio em Petrópolis. A praça em frente à casa dava-lhe ainda mais realce.

Em 1873, o prédio foi herdado por sua viúva, senhora Maria Emília Bernardes Mayrink. Em 1891, foi  adquirido por Francisco Paulo de Almeida, o Barão de Guaraciaba. Sofreu grande pressão  da municipalidade, por achar este o lugar ideal para ser o Paço Municipal. Porém antes deste fato se concretizar, a Intendência Municipal autorizou ali a construção de um mercado público. Entretanto, o projeto fracassou, e logo depois a Intendência instalou ali uma feira. Nenhum dos projetos foi em frente. Mesmo assim, o vereador José Tavares Guerra propôs à Câmara Municipal um projeto de lei autorizando empréstimo para a construção de um Palácio Municipal. A pressão era grande.

A partir desta resolução, o Barão de Guaraciaba vendeu o prédio, em 1894, sendo que as obras de adaptação do prédio só terminaram em junho de 1897. O autor do projeto, provavelmente, é Harald Bodtker, cuja personalidade é inteiramente desconhecida. A parte mais famosa do Palácio Amarelo, o Salão Hermogêneo Silva, foi decorado pelo escultor Henrique Levy, assim como os tetos do vestíbulo e do Salão Nobre, este feito junto com o pintor José Huss

A área ocupada pelo Paço Municipal de Petrópolis, mais conhecido como Palácio Amarelo, compreendia também a área onde se situa a Praça Visconde de Mauá.  A praça, localizada à sua frente, inicialmente foi chamada de Praça da Imperatriz. teve mais três nomes: Mayrink, Municipal e por último, Visconde de Mauá.
O Chafariz da Águia foi construído em 1899 por Heitor Levy. Em 1944, o projeto original dos jardins é alterado por Burle Marx.

Endereço

Praça Visconde de Mauá, 89 – Centro

Telefone

(24) 2237-6062

Visitação

Sábados, domingos e feriados das 11h às 17h. Visita guiada

Ingresso

Entrada franca

 


Palácio de Cristal

Localizado no antigo Campo da Confluência ou Praça Koblenz, foi construído nas Oficinas da Sociedade Anônima de Saint - Sauver - Les Arras, na França, em 1879, para a Associação Hortícola de Petrópolis, da qual era Presidente o Conde D'Eu, marido da Princesa Isabel, destinado a servir de local para exposições e festas. Foi inaugurado em 1884. A sua mais bela festa foi realizada no Domingo de Páscoa de 1888, na qual a Princesa Isabel entregou 103 cartas de alforria a escravos, indenizando a maioria de seus senhores com notável campanha desenvolvida na cidade. Em 1967 o Palácio de Cristal foi tombado pelo IPHAN - Instituto do Patrimônio Histórico Nacional, integrando o conjunto arquitetônico e paisagístico da Praça da Confluência, passando a ser utilizado para exposições e concertos. Conhece-se com esse nome não apenas o pavilhão, produto da Revolução Industrial que acontecia na Europa, como o próprio logradouro, totalmente ajardinado e com repuxos. O  Palácio de Cristal é uma réplica em miniatura do Crystal  Palace, construído em Londres em 1851, para a grande Exposição Industrial  comemorativa de um século de industrialização.

Instalado em um parque de cerca de 7.000 m2, o Palácio possui  parte central e dois corpos laterais , somando 224m2. A estrutura é pré-moldada, em ferro fundido. Em todas as partes não-metálicas haviam lâminas de cristal bisoteé,  importadas da Bélgica. Hoje em dia, vidros laminados duplos de alta resistência dão ao Palácio o seu aspecto original.

Atualmente, é utilizado para eventos culturais em geral  e durante a realização das festividades da Bauernfest - Festa do Colono Alemão. 

Endereço

Rua Alfredo Pachá, s/nº - Centro

Telefone

(24) 2247-3721

Visitação

terça a domingo de 9h às 17h30min. Visita guiada

Ingresso

Entrada franca

 


Palácio Rio Negro

O terreno em que está situado o Palácio Rio Negro, teve como primeiro proprietário o colono e foreiro Pedro Wagner e é constituído de dois prazos de 1ª classe, os de nº 160 e 161, medindo cada um dez braças de frente, na então Rua D. Afonso.

O aforamento se deu em 1847, mas os respectivos títulos só foram extraídos em 1867, já em nome de Pedro Klippel, que naquele ano adquiriu o terreno de Pedro Wagner, passando-o por herança, a Guilhermina Klippel, em agosto de 1889. Dias depois, foi o terreno adquirido por Manoel Gomes de Carvalho, o Barão do Rio Negro, que ali construiu, o Palácio para sua residência.

Data pois a construção do prédio, do início da década de 1890, ficando pouco tempo em poder de seu idealizador, pois já em 1896 era ele adquirido pelo Governo do Estado do Rio de Janeiro, que desde 1894 tinha transferido sua capital de Niterói para Petrópolis.

Na época da transferência da capital para Petrópolis, era Presidente do Estado o Dr. José Tomás da Porciúncula, filho desta terra e que passou a residir em casa de sua propriedade, despachando em sala da então Secretaria de Justiça.

Joaquim Mauricio de Abreu, que sucedeu o Dr. Porciúncula na presidência do Estado, instalou inicialmente seu governo em casa alugada, porém, em fevereiro de 1896, adquiriu o solar do Barão do Rio Negro e a casa situada à sua esquerda, instalando aí seu Governo. Aí a origem da denominação de Palácio Rio Negro.

No Palácio, além de Mauricio de Abreu, residiram, como Presidentes do Estado, Alberto Torres e seu sucessor, Quintino Bocaiuva, que em 1903, transferiu novamente a capital do Estado para Niterói.

Com a volta do Governo Estadual para Niterói, ficou o Palácio desocupado. Nesta época, ele já estava hipotecado, pelo Governo Estadual ao Banco da República, devido às dificuldades financeiras por que passava o Estado.

Termina aí a 1ª fase do Palácio como prédio público, fase que teve, como acontecimentos mais marcantes, o banquete oferecido por Alberto Torres ao Presidente da República, Campos Sales, que passava as temporadas de verão na antiga residência do Barão do Catete, onde hoje está instalada a Prefeitura Municipal, como também a visita do então Presidente da Argentina, General Rocca, também durante o governo de Alberto Torres.

Façamos aqui uma parada, para um rápido retrospecto:

Como é do seu conhecimento, a família imperial costumava veranear nesta cidade, e aqui se encontrava o Imperador D. Pedro II quando da Proclamação da República, em 15 de novembro de 1889. Naquela data, foi definitivamente interrompido o seu veraneio  em Petrópolis.

A República não quis interromper o hábito implantado pela família imperial e o Marechal Deodoro, já no ano seguinte, em 1890, aqui veio passar o verão. Mas, reconhecendo o antigo Palácio Imperial como propriedade particular de D. Pedro II e de seus descendentes, ocupou uma casa na atual rua General Osório, e no ano seguinte, de agosto de 1891 até abril de 1892, veraneou num prédio situado na atual rua Alfredo Pachá, em frente ao Palácio de Cristal.

Seu sucessor, o Marechal Floriano Peixoto interrompeu o hábito do veraneio oficial em Petrópolis, hábito este restabelecido por Prudente de Morais, no verão de 1895.

Porém, tanto Prudente de Morais como Deodoro  subiam apenas nos fins de semana.

Assim mesmo, Prudente de Morais só subiu em um verão de seu governo, permanecendo no Rio de Janeiro nos demais, de 1896 e 1898. E estes dois presidentes utilizaram casas alugadas para seus veraneios.

Já Campos Salles,  que sucedeu  Prudente de Morais, foi o primeiro presidente a efetivamente veranear em Petrópolis, e o fez na casa de seu amigo Joaquim Antonio de Araujo e Silva, o Barão do Catete, que como vimos anteriormente, está localizada na própria Av. Koeler, e onde funciona atualmente a Prefeitura Municipal, primeira sede própria.

A Campos Sales sucedeu Rodrigo Alves, que, no primeiro ano de seu governo, alugou para veraneio o palacete então pertencente ao Conde Paulo de Frontin, localizado exatamente em frente ao Palácio Rio Negro. Dali, certamente, pode observar o então desocupado Palácio, que nesta época, passara à propriedade do Banco da República, no ajuste de contas com o Governo do Estado do Rio. (lembremos que, quando do regresso da capital do Estado do Rio para Niterói, o prédio estava hipotecado àquele Banco).

Não foi difícil um ajuste de contas entre o Banco e a Presidência, para vir a ser, afinal, o antigo prédio do Palácio do Governo Fluminense a residência estival dos Presidentes da República.

Nele passou Rodrigues Alves os três verões seguintes de seu governo, instituindo a praxe dos despachos coletivos em Petrópolis, o mesmo fazendo, daí por diante, os seus sucessores Afonso Pena, Nilo Peçanha, Hermes da Fonseca e Wenceslau Braz.

Foi no Governo de Hermes da Fonseca que o Palácio viveu talvez o seu momento mais brilhante, com a realização do casamento, em 8 de dezembro de 1914, do Marechal Hermes com a jovem Nair de Tefé, então célebre, não só por sua beleza, como por sua inteligência, pois notabilizou-se por suas mordazes charges, que publicava na imprensa sob o pseudônimo de RIAN.

Delfim Moreira, que governou o país apenas nove meses, não chegou a ocupar o Palácio Rio Negro.

Seus sucessores, Epitácio Pessoa, Arthur Bernardes e Washington Luiz mantiveram a tradição e aqui passaram todos os verões de seus governos.

Até Washington Luiz, os presidentes vinham a Petrópolis de trem, inicialmente. De Prudente de Moraes a Nilo Peçanha, usavam, para seus deslocamentos, um iate a vapor, embarcado na ponte que existia na frente do Palácio do Catete e viajavam até o Porto de Mauá, onde passavam para trem especial que os conduzia até Petrópolis.

Em 1910 a Estrada de Ferro Leopoldina foi estendida até São Cristovão, suprimindo a ligação ferroviária de Porto de Mauá para Petrópolis, passando a viagem dos presidentes a ser feita, por ferrovia, desde a cidade do Rio de Janeiro.

O governo de Washington Luiz veio trazer nova etapa de progresso para Petrópolis, pois construiu em apenas um ano a magnífica rodovia Rio - Petrópolis, que foi inaugurada em 1928. Foi ele o primeiro Presidente a utilizar o automóvel em seus deslocamentos para Petrópolis.

A construção desta rodovia trouxe tantos benefícios para esta cidade, que Washington Luiz recebeu o título de Cidadão Petropolitano Honorário e por muitos anos foi a única pessoa a possuir este título.

Os sucessores de Washington Luiz continuaram a tradição, ocupando o Palácio Rio Negro durante todos os verões.

Getúlio Vargas, de 1930 a 1945, Marechal Eurico Dutra, de 1946 a 1950, novamente Getúlio Vargas, de 1951 a 1954, Café Filho em 1955, no único verão de seu governo, e Juscelino Kubscheck, até a inauguração de Brasília.

Em 1938, foi comprado o prédio situado à direita do Palácio, que passou a fazer parte do conjunto presidencial.

Janio Quadros renunciou antes da chegada de seu primeiro verão. Aqui esteve Tancredo Neves, quando no cargo de 1º Ministro do Governo Parlamentarista e, João Goulart, apenas por 13 dias em princípios de 1964.

Durante seu Governo, o Marechal Castelo Branco nunca ocupou o Palácio Rio Negro. Já o Marechal Costa e Silva retomou o hábito de passar o verão em Petrópolis. Quando de seu impedimento, por motivo de derrame cerebral, cogitou-se de ceder-lhe o Palácio Rio Negro para moradia, mas a idéia não chegou a se concretizar, pois faleceu logo depois. O Marechal Costa e Silva foi o último Presidente a utilizar o Palácio Rio Negro.

A consolidação de Brasília como capital e a conseqüente permanência dos Presidentes no Planalto Central, desaconselharam a manutenção da tradição, particularmente por dois motivos:

- A grande distância entre Petrópolis e a nova capital, onde já estavam instalados definitivamente quase todos os órgãos do Poder Executivo.

- E, como disse o General Ernesto Geisel, não se justifica a saída do Presidente de uma cidade como Brasília situada a mais de 1 mil metros de altitude, para procurar um clima serrano em Petrópolis, fato que era perfeitamente compreensível e justificável quando a capital da República estava localizada na cidade do Rio de Janeiro. Assim, desde o início de 1969, quando o Marechal Costa e Silva deixou Petrópolis pela última vez, o Palácio Rio Negro deixou de ser residência de verão dos Presidentes da República, e permaneceu fechado até 1975.

Em 1964, juntamente com todo o conjunto arquitetônico da Avenida Koeler, o Palácio Rio Negro e demais prédios que formam seu conjunto foram tombados pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico  Nacional - IPHAN.

Verificando que não mais seria utilizado como residência presidencial e sentindo a necessidade de dar-lhe um novo destino, mantendo-o como propriedade do Governo Federal, dado o seu valor histórico e arquitetônico, o então Presidente General Ernesto Geisel transferiu todo o conjunto para o Ministério do Exército e, pelo Decreto nº 75.213 de 14 de janeiro de 1975, transferiu a sede da 1ª Brigada de Infantaria Motorizada da Vila Militar para Petrópolis, sendo destinado o conjunto do Palácio Rio Negro para sede do comando e residência de seu Comandante. Ali funcionou a Brigada de 03 de março de 1975 a 31 de dezembro de 1991.

Em 1997, o  Presidente Fernando Henrique Cardoso  resgatou a tradição iniciada em 1903 e interrompida em 1969, ao hospedar-se em Petrópolis.

Promove semanalmente o Sarau do Rio Negro. Consulte a agenda de eventos.
Possui loja de souvenir.
 

Endereço

Av. Koeler, 255 – Centro

Telefone

(24) 2246-9380

Visitação

Seg. das 12h às 17h, quarta a domingo das 9h30min às 17h. Visita guiada. Última segunda-feira do mês fechando às 16h30min.

Ingresso

R$2,00. Criança até 6 anos, acesso livre. De 7 a 10 anos e estudante, R$1,00

 


Praça Dom Pedro II

Nesta praça encontra-se a primeira estátua erigida no Brasil em homenagem a D. Pedro II. É uma belíssima estátua em granito e bronze, que retrata o Imperador em pose pensativa, trabalho do escultor francês Jean Magrou. Foi inaugurada em 1911.

Em 1889, após a Proclamação da República, mudaram o nome para Praça D. Pedro de Alcântara, porém o povo não aprovou a mudança, sendo que alguns anos mais tarde voltou a chamar-se Praça D. Pedro II.  

Endereço

Praça Dom Pedro II, s/nº - Centro Histórico

 


Praça Expedicionários

No lado oposto à Praça D. Pedro II encontra-se a Praça Expedicionários, onde há o Monumento dos Expedicionários Petropolitanos. É um trabalho em bronze e granito, medindo 5m de altura. Em forma quadrangular na parte superior, uma pira em bronze medindo 1m. Na parte da frente, também em bronze, os perfis de quatro soldados petropolitanos que morreram em batalhas na Itália na Segunda Guerra Mundial.

Uma figura de mulher em pé, medindo 1,70m foi esculpida em bronze e representa a cidade de Petrópolis, oferecendo aos seus filhos a coroa de louros de glória. Obra de autoria de Antônio Geraldes.

Endereço

Em frente ao Teatro Municipal – Centro Histórico

 


Praça da Liberdade

Possui uma superfície de 21.275 metros quadrados. É a maior praça, em área, do Centro Histórico. O primeiro nome foi Largo Dom Afonso, em homenagem prestada ao primogênito de D. Pedro II, que faleceu prematuramente.

Era um lugar de pouco trato, até que em 1885, o vereador Dr. Manoel Bordini propôs que a área fosse urbanizada e entregue à população para lazer. Em 1886, Dr. Auguste Glaziou, botânico francês de renome, veio a Petrópolis e cuidou do paisagismo do Largo Dom Afonso, em conjunto com o mestre-de-obras da província do Rio de Janeiro.

Foi denominada Praça da Liberdade em 1888, porque ali se reuniam os escravos livres para comprar a liberdade dos companheiros que ainda eram  mantidos nas senzalas.

Em 1914, passou por uma remodelação, contando então com rinque de patinação, plantio de árvores e canteiros de flores.

No ano de 1923, seu nome mudou para Praça Rui Barbosa. Porém, o nome não caiu no gosto do povo, que continuou chamando-a de Praça da Liberdade, nome posteriormente retomado. Em 1964, a Praça passou por grande reforma e algumas características foram preservadas, como o coreto, as palmeiras imperiais e a ponte de madeira.

É um dos principais pontos de lazer de Petrópolis. Há carrinhos puxados por bodes, parque infantil cercado, rinque de patinação, fonte com iluminação, bar e restaurante, que fazem da praça uma opção de entretenimento para todas as idades.

Endereço

Situada no encontro da Av. Roberto Silveira, Av. Koeler,  R. Dr. Nélson de Sá Earp e R. Barão de Amazonas – Centro Histórico.  

 


Relógio de Flores

Em 1972, o governo federal enviou correspondência a todas as Prefeituras do país, pedindo que se providenciasse um evento que marcasse a passagem dos 150 anos da Independência, a serem comemorados no dia 7 de setembro daquele ano. A prefeitura então decidiu pela construção do relógio. Desenhado com flores da estação, o relógio marca a passagem das horas com música digital e é o maior relógio de ponteiros do Brasil. Eletrônico, o motor central do relógio está dentro do prédio da Universidade, de onde são emitidos os impulsos para o pequeno motor que faz girar seus ponteiros. Além de funcionar movido a energia elétrica, o engenho dispõe de duas baterias e um carregador, para garantir seu perfeito funcionamento em caso de queda de força.

Endereço

Rua Barão do Amazonas, 124 – Centro Histórico

 


Teatro Municipal

Inaugurado em 1º de janeiro de 1933, o cine-teatro Dom Pedro foi construído em linhas modernas. Com 500 lugares, o espaço, hoje Teatro Municipal de Petrópolis, está sendo totalmente restaurado e preparado para receber grandes espetáculos de teatro, música e dança.

Endereço

Praça Expedicionários – Centro Histórico

 


Trono de Fátima

Monumento erguido em homenagem à Nossa Senhora de Fátima, em 1947 e idealizado pelo frade franciscano João José Pereira de Castro. A imagem da Virgem mede 3,50m e foi esculpida em mármore, na Itália. A cúpula protetora se apóia em sete colunas, representando os dons do Espírito Santo e sobre ela está colocado um anjo. No piso inferior há uma capela e sala de votos.

A localização é privilegiada, de onde se aprecia uma bela vista do Centro Histórico.

Endereço

Rua do Bispo Dom José, s/n°(acesso pela rua Monsenhor Bacelar) R. Padre Moreira, no Valparaíso, para ônibus de turismo

Visitação

Diariamente de 8h às 18h

Fonte: Prefeitura Municipal de Petrópolis www.petropolis.rj.gov.br

 


 


 

P e t r ó p o l i s N e w s